Sexta, 21 de Junho de 2024
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Conselho de Ética analisa novos processos que pedem a cassação de deputados

Um dos itens da pauta é a representação contra Chiquinho Brazão, que está preso acusado de ser mandante da morte de Marielle

14/05/2024 às 08h44
Por: Redação Fonte: Agência Câmara
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Bruno Spada / Câmara dos Deputados
Bruno Spada / Câmara dos Deputados

O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados reúne-se nesta quarta-feira (15) para analisar pareceres preliminares relativos a processos contra três parlamentares acusados de quebra de decoro.

A reunião está agendada para as 11 horas. O local ainda não foi definido.

Glauber Braga
O primeiro item da pauta é o sorteio de novo nome para compor a lista tríplice para escolha do relator da Representação 5/24, em que o Novo acusa Glauber Braga (Psol-RJ) de agredir fisicamente um militante do Movimento Brasil Livre, nas dependências da Câmara.

Haviam sido sorteados para a lista os deputados Cabo Gilberto Silva (PL-PB), Sidney Leite (PSD-AM) e Rosângela Reis (PL-MG), mas Leite pediu para ser substituído.

Delegado da Cunha
Os parlamentares também vão avaliar o parecer do deputado Albuquerque (Republicanos-RR) para a Representação 3/24 , em que o Psol acusa o deputado Delegado da Cunha (PP-SP) de quebra de decoro em razão de denúncia de agressão feita por sua ex-namorada.

O deputado Albuquerque ainda não apresentou sua decisão.

André Janones
A Representação 29/23 , do PL, contra do deputado André Janones (Avante-MG) também está na pauta. O PL pede a cassação de Janones por ele ter, segundo reportagem do Metrópoles , pedido parte do salários dos funcionários lotados em seu gabinete para proveito próprio.

O relator do caso é o deputado Guilherme Boulos (Psol-SP), que ainda não apresentou seu parecer.

Chiquinho Brazão
Por fim, os parlamentares devem analisar o parecer da deputada Jack Rocha (PT-ES) para a Representação 4/24 , em que o Psol pede a cassação do deputado Chiquinho Brazão (sem partido-RJ).

Brazão está preso acusado de ser um dos mandantes do assassinato da vereadora Marielle Franco (Psol) e do seu motorista, Anderson Gomes, em 2018, no Rio de Janeiro. Na época, Brazão era vereador na capital fluminense. Ele nega as acusações.

Jack Rocha ainda não divulgou seu parecer.

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